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Friday, 19 May 2017

A NÃO LIDERANÇA DE EMMANEL MACRON NA INCLUSÃO E PARTICIPAÇÃO DAS PESSOAS PORTADORAS DE DEFICIÊNCIA?

Ao incluir o mesmo número de mulheres e homens como ministros no seu governo a moda PM Canadiano Tradeau, e a inclusão todas as cores políticas (da direita, Centro e esquerda) e da raça negra, Emmanuel Macron provou ser um animal político não por pintar um quadro arco-íris como Vincent van Gogh que pintava para agradar, mas porque parece ser um homem de princípios nas suas crenças.


Foram nomeados ministros desde políticos, artistas, apresentadores de TV, é e presidente de municípios só não sei se alguém com deficiência. Sim, para que um governo seja totalmente inclusivo não deve só se limitar a trazer somente algumas categorias, genótipo e fenótipo por serem mais sexy e deixar outros que talvez não atraíam votos ou estatuto de celebridade. 
Não sendo um Presidente Cadeirante como Lenin Moreno do Equador, pelo menos esperávamos que Macron nomeia-se um cadeirante, um cego ou um surdo para um cargo ministerial como Ângela Merkel nomeou o cadeirante Wolfgang Schauble ao cargo de ministro das finanças na Alemanha. 

Não me diga que os deficientes franceses são tão incompetentes assim que não merecem uma reapresentação governamental? Afinal os deficientes na França são mais de 15% da população. É uma exclusão social imperdoável a Macron que se assemelha a abordagem africana, onde o deficiente é visto como um incapaz de ocupar cargos de estado.

Não quero questionar ainda as politicas de Inclusão de Macron, visto que a maioria das Politicas para os Direitos da Deficiência em vigor na Franca advém da União Europeia, e esta ee a única organização regional signatária da Convenção das Nações Unidas para os Direitos das Pessoas com Deficiência (UN CRPD) mas, quero ainda ver a lista total dos 428 candidatos de Emmanuel Macron as eleições legislativas de Junho na França para analisar se este estadista é aliado ou indiferente à causa da deficiência.

Mas o a mensagem não é só para Macron, mas também para as lideranças políticas em Moçambique em termos de inclusão da deficiência nas eleições municipais de 2018 e legislativas e províncias de 2019. Mas antes disso, uma pergunta se põe: quantos dos 150 administradores distritais são mulheres e ou deficientes? Uma resposta necessária para a inclusão alinhada no lema "Nada para nós sem nós"!

Moçambique poderia seguir o exemplo da África do Sul e criar o Conselho Nacional para a Deficiência que preste Contas ou reporte directamente ao Chefe de Estado. Este Conselho funcionária que nem o actual Conselho Nacional de Combate ao HIV/SIDA (CNCS) que devido a magnitude e impacto do SIDA, e mesmo sendo o HIV/SIDA uma doença como as outras que se tratam sob alçada do Ministério de Saúde (MISAU), devido ao impacto transversal da pandemia para além da área de saúde, o Governo decidiu criar o CNCS que não funciona no MISAU mas sim junto ao Gabinete do PM e supervisiona o combate ao SIDA a escala nacional. Aliás, ee mesma abordagem adoptada pelas Nações Unidas que, que mesmo existindo a OMS que se responsabiliza pelas questões medicas do combate a pandemia do HIV/SIDA, as ONU criou a ONUSIDA para liderar o combate global a pandemia.

Sendo Criado um tal Conselho Nacional da Deficiência que estando ligado directamente a Presidência da República ou Gabinete do PM teria autoridade e competências para supervisionar a implementação da Convenção das Nações Unidas para os Direitos das Pessoas com Deficiência (UN CRPD) para estimular a inclusão e participação na sociedade dos deficientes em pé de igualdade com outros cidadãos em todas áreas. Um tal Conselho Nacional para a Deficiência, assessoraria as instituições governamentais, sociedade civil e sector privado no avanço dos direitos humanos das Pessoas com Deficiência.

Thursday, 23 May 2013

ECOS DA GREVE DOS MEDICOS: Reflexao sobre a culpabilidade

aos moralistas que acuzam aos médicos e profissionais de saude de crueldade e maldade... queria recordar que ninguem foi obrigado a ser politico, deputado, governo ou PR... as pessoas quizeram estar no poder e governo por se acharem capazez e acharem que era ai que iam melhorar as suas vidas... nao acredito que exista alguem hoje que seja deputado ou membro do governo para resolver os problemas do povo... muitos sao deputados ou governo para encher os seus bolços e nada mais... agora, cabe a quem de direito e esta no poder, a obrigaçao de resolver este problema dos medicos ou, se esse alguem achar que nao consegue resolver, demitam-se... e alguem, dos 23 milhoes de moçambicanos, que se ache ter mais capacidade ira resolver esse problema dos medicos... cada morte nos hospitais Moçambicanos esta semana era evitavel se o governo nao fosse tao irresponsavel e arrogante... era evitavel, se as pessoas nao penssassem nos seus umbigos e barrigas... nao sendo a primeira vez, os médicos avisaram com devida atencendencia que iam fazer a greve caso as suas condiçoes nao fossem satizfeitas... o que o governo fez? nada! Porque sera que o governo decidiu ignorar e desprezar os medicos? Talvez porque sabe que nenhum membro ou familiar directo seu frequentam esses hospitais que nem aspirina tem... é arrogancia e falta de visao do governo que esta a matar pacientes nos hospitais... ao pagar pouco ou nada aos medicos, o governo passa o certificado de obito aos pacientes nos hospitais... nao ha pior coisa que pagar mal um medico que cuida da vida das pessoas... mesmo fora da greve, muitos morrem porque este governo nao aloca fundos suficientes ao sector de saude.... este governo nao se interessa e nunca se interessou da saude do povo... como soluçao mesmo, é a demissao imediata do Ministro da saude... este Ministro da Saude ja demonstrou que nao tem capacidade de liderar o sector da saude... nao acredito que dentre os inumeros gestores neste pais, naos exista um outro com capacidades melhores que as demonstradas por Dr Manguele até agora... O PR deve procurar um outro que seja capaz de implementar o seu programa de governo e nao este Dr Manguele... nao acredito que dentre os 23 milhoes de moçambicanos nao existam outros com melhores opçoes governativas que os actuais deputados ou actual governo...

Tuesday, 2 April 2013

Papa Francisco: O nascimento de uma Nova liderança

Quebrando com a tradição da igreja católica, o Papa Francis lavou e beijou os pés de uma jovem muçulmana mulher que se encontra a cumprir pena na prisão Casal del Marmo em Roma, marcando uma viragem sem precedentes na tradição Papal na Quinta-feira Santa. Se bem que é tradição Papal de há seculos, lavar e beijar os pés dos fiéis em conflito com a lei (a cumprirem penas em prisões) no dia que antecede a sexta-feira Santa, nunca antes do Papa Francisco nesta Pascoa, um Sumo Pontífice tivesse lavado e beijado os pés de uma mulher antes, e muito menos tivesse lavado e beijado os pés que não fossem crentes católicos. Ao lavar e beijar os pés da jovem muçulmana Sérvia numa prisão de Roma, marcou enormemente a quebra das tradições e mostrou a vontade do novo Papa Francis de implementar reformas na igreja, e não há nenhum melhor modo de mostrar o seu serviço para com os menos afortunados e pobres, no início do seu pontificado. Ao lavar e beijar os pés de 12 prisioneiros (12 apóstolos) com as idades de 14 a 21 anos, entre as quais 2 mulheres, não é só um ritual do Papa Francis, mas um sinal positivo da igreja e na vida dos crentes que esta por vir. Isto porque, como em qualquer lado, a Igreja católica tem a “ala dura” que provavelmente pode ter ficado irritada com a inclusão de mulheres neste ritual, e também inclusão de não católicos e logo muçulmanos, não só por casa da crença de que os 12 apóstolos eram todos homens, mas a guerra religiosa atual liderada pelo Irão, onde o fundamentalismo islâmico é cada vez mais radical e intolerante. Mas desenganem-se os que pensam que o Papa Francisco é sol de pouca dura, pois seus correligionários já receberam o aviso de priorizarem aos pobres. No novo Evangelho do Papa Francisco, propaga-se uma igreja que chegue onde estão os pobres, onde se derrama o sangue, onde se faz vista grossa das injustiças do mundo, onde estão os milhões que sofrem as injustiças e crueldades das lideranças terrenas. Estes repetidos apelos do Papa Francisco, soam que nem uma aclamação da necessidade do cumprimento dos Objetivos para o Desenvolvimento do Milénio e eliminação da Pobreza. Soam como se o Vaticano tivesse assinado esses objetivos e fosse lutar para com que os mais de 1 bilião de católicos e todos os 7 biliões de seres humanos que habitam no planeta terra, pudessem sair da pobreza e deixassem de sofrer quaisquer tipo de violência e descriminação, incluindo violência contra a mulher. Isto também mostra que o Papa Francisco não esta só, e aceitando que ele não se transformou agora que foi eleito Papa, mas que os dois terços que o elegeram, sabiam o que ele era, quer isso dizer que na igreja, há muitos querem ver reformas e poderemos não ter até um Concílio Vaticano III, mas certamente teremos "um momento de reflexão global da Igreja sobre si mesma e sobre as suas relações com o mundo", como classificou o Papa João Paulo II em 1995. Como agora, urge a igreja fazer uma "reflexão global" para que a Igreja seja cada vez mais "a fidelidade ao seu Deus. Mas este impulso, que passou pela eleição de uma Papa não Europeu, vem também das grandes mudanças do mundo contemporâneo, que, como “sinais dos tempos”, exigiam ser decifradas à luz da Palavra de Deus. O papa Francisco não esta a convocar um Concílio Vaticano III, através da bula papal (Humanae salutis), como fez o Papa João XXIII, mesmo porque o tempo é muito curto para a realização de outro Concilio Vaticano, mais a mais porque a interpretação das 4 constituições, 9 decretos e 3 declarações elaboradas e aprovadas pelo Concílio não foi concluída e nem totalmente entendida. O Papa Francisco não esta convocar 2000 Prelados de todo o mundo para discutiram e regulamentaram vários temas da Igreja Católica. Ele esta a convocar a humanidade inteira a repensar a si própria, os problemas que os humanos se causam a si próprios, que os levam a autodestruição. É um debate onde todos devem participar a procura da solução, visto que muitos que se intitulam expertos de soluções contra a pobreza e participaram na discussão dos Objetivos para o Desenvolvimento do Milénio e eliminação da Pobreza até 2015, agora, a menos de 2 anos para a data limite que o conhecimento os indicava, agora surgem com adiamentos, para mais 15 anos da continuação das imagens de terror, onde cada vez mais crianças, não conseguem ir a escola, cada vez mais mulheres são violadas somente por serem mulheres, cada vez mais [pessoas passam e morrem a fome quando toneladas de alimentos são jogados ao mar, só para não baixarem os preços dos alimentos, cada vez mais o homem busca subterfúgios para se auto aniquilar por interesses inconfessáveis… O Papa Francisco tem repetidamente pregado nas suas missas na Basílica de São Pedro, que não é através das “rezas, meditações, contemplações, autoanálise ou introspeção constante que encontramos o Senhor nosso Deus”, mas sim indo ao seu encontro mudando a face da Pobreza, por outras palavras, eliminando a pobreza da face da terra, pois ela mostra o sofrimento de Deus, que nos causamos a sua imagem e semelhança.

Saturday, 16 March 2013

Baboseiras de Barriga Cheia: Um olhar ao IDH de Moçambique e o relatorio do PNUD

Interessante é que ninguém contesta o atual ranking de Moçambique na FIFA, lugar 107 e ninguém questiona a metodologia usada pela FIFA para nos colocar nessa cauda... Interessante ninguém contesta quando Angola e Moçambique foram classificados as economias de “top” em termos de crescimento nas últimas décadas pelo US magazine Foreign Policy... Mas, queremos esquecer que o crescimento económico, e nem as riquezas do subsolo, são iguais ao desenvolvimento... queremos esquecer, que a eliminação do analfabetismo passa por mandarmos todos os moçambicanos a escola, e não por mandar “matar” ou eliminar os analfabetos ou todos aqueles que não sabem ler ou escrever o português… as vezes como País temos ideias politicas draconianas, só para ver o nosso País no melhor ranking, sem fazermos nada para tal… Descobrimos mais carvão mineral, mas nem por isso os Moçambicanos cozinham com ele ou tem emprego nas minas de Moatize... A questão é que benefícios as minas de moatize trazem ao pais como um todo? ...Descobrimos mais petróleo, mais gás natural na bacia do Rovuma, mas nem por isso os preços destes produtos baixaram ou são acessíveis a maioria da População, nem por isso há mais autocarros nas estradas ou é fácil viajar dentro das cidades ou fazer um interprovincial...a questão é quem se beneficia do novo gás e petróleo para além dos funcionários dessas petrolíferas e suas famílias, membros das elites moçambicanas e as próprias multinacionais? O que melhorou na vida dos moçambicanos que não iam a escola ou não comiam 3 refeições por dia com estas novas riquezas? Já comem mais ou melhor? Já temos Cahora Bassa, e ela agora é nossa, mais isso não significa que todas casas tem energia elétrica ou as que tem, conseguem pagar o credilec sem fazer ligação gato para acenderem uma única lâmpada que tem a noite... Para mim a questão não vai ser resolvida criticando o PNUD e nem que este relatório pretende ser um estudo comparado dos países... Mas sim, que os dados colhidos em todos países são publicados nu mesmo documento... Criticar a metodologia no IDH do PNUD, quer seja a favor ou contra, não vai melhorar ou piorar a posição do nosso país... Infelizmente, as pessoas que não têm voz, não podem ler o relatório do PNUD e critica-lo... Esses os pobres, que constantemente colocam Moçambique na cauda, não tem como falar e ou confirmar a veracidade do relatório do PNUD Infelizmente são as pessoas afortunadas (que tem voz, tem facebook, tem telemóvel, tem credito no telemóvel, tem energia elétrica, estão na escola, as filhas não foram obrigadas a um casamento prematuro ou gravidez precoce, vão a Durban ou Nelspruit para o pequeno almoço, dentista e compras de final de semana, ou ate Inhaca...) que gritam muito que a favor ou contra... ...estas pessoas esquecem que neste relatório também se fala de que temos pouco mais de 1000 médicos para 22 milhões de habitantes... Este mesmo relatório fala que temos cerca de 1.5 milhões de pessoas infectadas pelo HIV, e que muitos Moçambicanos e moçambicanas são infectados e infectadas todos os dias porque não trabalham e só tem sexo para trocar com comida, tem que fazer sexo com 5 professores para passar de classe, mesmo sabendo a matéria, tem de fazer sexo para conseguir uma vaga no aparelho do estado, tem de aceitar dar 3 meses do seu salario, para serem admitidos num concurso documental no aparelho de estado ou sector privado... Esquecem isso, porque são eles que fazem? Ou porque não são os seus filhos que sofrem? Ou porque ainda que sujeitos a essas indignidades, quando conseguem o tal emprego se calam num silencio envergonhador?... ...as pessoas afortunadas infelizmente falam muita bobagem de barriga cheia... Quantos dos 22 milhões de Moçambicanos tem a possibilidade de fazer essa escola de ir viver para Guine Bissau? O relatório do PNUD só disse que na Guine Bissau, pelo numero relativo da população, os problemas e recursos que tem, tem mais pessoas que podem decidir e imigrar para Moçambique que a percentagem dos que os que podem emigrar de Moçambique para la. O Relatório não disse que na Guine Bissau não há pobreza e nem que a pobreza da Guine Bissau é melhor que a nossa... Mas sim quantificou em termos numéricos, que Moçambique com 54% da população abaixo da linha da pobreza, tem mais pobres que mais de 11 milhões de Moçambicanos são pobres ou vivem com menos de 30MTs por dia... E se eu tivesse 3,000Mts por dia para gastar ou estoirar em qualquer esquina, claro que ficaria irritado com o relatório do PNUD! Esse Moçambique que se pretende harmonioso e desenvolvido… não querendo comparar com nenhum outro pais, não existe se não for em sonhos, …54% da população vive debaixo da linha da pobreza, o que quer dizer 1 em cada 2 Moçambicanos é pobre… se dissermos que na sommershield existem só ricos, vamos por questão de numerologia, 1000 riscos que tomaram um pequeno-almoço de garfo e regado com café do Peru, quer dizer que termos outros 1000 ou 2000 no Xipamanine ou Polana caniço, que ainda não tomaram um simples chá e nem sabem se vão por algo quente na boca hoje, por não terem o que cozinhar… esses pobres, que lhes são negados tudo e até falar, são Moçambicanos e são pessoas, tem famílias e estão sempre cercados de amigos pobres também... Tem vida sexual activa, engravidam e tem filhotinhos lindos… que só são tornados feios, quando não conseguem ter um registo de nascimento ou uma cédula pessoal, ou ainda, ficam mais feios quando nao conseguem matricular na primeira classe, ou tenham de desistir na escola porque têm fome... Esses Moçambicanos tem filhotes que precisam de amamentação e alimentação para não irem a rua pedir ou morar… esses Moçambicanos andam por ai cortando as ruas lés a lés, não para conhecer lugares legais, que os outros abastados dos Moçambicanos vão, como Durban e Nelspruit,… mas batem repartições e pedem favores, e se prontificam para se humilhar, só para terem um emprego onde lhes pagam menos de 3000Mts o mês, que aqueles outros Moçambicanos estoiram num dia, com uma amante… muitas dessas moçambicanas aceitam ter amantes, não porque são insaciáveis no sexo, mas porque ou já tiveram que dar para conseguir emprego, ou o salario do marido não chega e elas devem contribuir vendendo sexo, ou são mães solteiras que tem de alimentar os filhotes… Esses pobres também tem amigos e inimigos… eles também desprezam os deficientes e marginalizam os infectados pelo HIV, como os Moçambicanos da elite o fazem também… esses pobres não comem ar, e gostariam de comer também, e não estão a pedir para comer camarão que a elite come, pelo menos se tivessem chance d comer as cabeças de camarão ou o Peixe PedroBen ou mesmo repolho, já que carapau virou algo de cinco estrelas… Esses Moçambicanos gostariam de ter acesso a água potável e brincar em piscina e não nos charcos de água que lhes dão cólera… os filhotes desses Moçambicanos pobres, gostariam de ter barriga grande e doenças de luxo como a obesidade por também serem preditores naturais e não barriga grande cheio de lombrigas… Esses Moçambicanos pobres que os nos últimos 20 anos os sucessivos relatórios do PNUD diz que existem e a elite diz que já não existem nos 4 anos… gostariam de ter uma explicação onde que foram… já não são considerados Moçambicanos? Convenhamos, os pobres existem e eles estão no meio de nós e se não formos nós próprios… se dizemos que não existem e que o relatório do IDH do PNUD nos colocar na posição 107, igual ao ranking da FIFA, não vai trazer mais crianças nas escolas e nem vai devolver os biliões de Meticais roubados no Ministério de Educação… se muitas crianças estão fora da escola, vamos culpar ao grupo desses ladroes do MINED… porque muitos deles, são os mais críticos ao relatório do PNUD, porque expõe exatamente o crime deles de porem muitos Moçambicanos ainda pobres…. Pobres existem em Moçambique e constituem 54% da população, isto é são a maioria da população entre 11 a 13 milhoes no minimo... Se negamos a sua existência, é só porque temos o peso da consciência e vivemos em crise existencial: Sou um moçambicano ou um sou um pobre? …Isto porque não consigo pensar nos 22 milhões de Moçambicanos… mas somente na minha casa, meu carro, meu emprego, milha esposa e filhos, e depois quantas garotas vou levar para cama incluindo as namoradas ou esposas daqueles que chamo de os meus amigos, e estoiro os meus 3,000Mts diários… e mato todos os outros Moçambicanos que são parte das estatísticas porque sujam a beleza e maravilhosidade da minha moçambicanidade com a sua pobreza… Os pobres, só na são lindos, por não serem cobertos de ouro, mas não são tristes, e nem sempre solitários, mesmo na rua... Queridos Moçambicanos, o IDH reportado no relatório do PNUD, existe e não é uma quimera, por mais que preferíssemos que fosse, não existe uma fórmula magica que não seja através do exemplo da Noruega, …se bem que a autoestrada que tomamos como País é o exemplo da Nigéria… muito triste negar isso!