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Tuesday, 14 April 2015

Quer você goste ou não dele, veja as lições de líderança de Filipe Jacinto Nyusi

Ter um coração para a liderança pode criar problemas a qualquer um que se preze ser lider. Se você for como eu, sua mente analisa continuamente o ambiente para exemplos de profunda liderança, e nesse caso você será uma curiosidade insaciável sobre os atributos e comportamentos que separam os líderes transformacionais daqueles que são meramente eficazes.

A recente eleição de Filipe Jacinto Nyusi para o Cargo de Presidente do Partido FRELIMO, e o início da sua Primeira Presidência’Aberta avivou a minha mente com algumas dessas qualidades de liderança. Quando anúnciou no seu discurso de tomada de posse “O Povo é meu (Ele Nyusi) Patrão” muitos não entenderam o significado dessas palavras e nem viram liderança Nele (em Nyusi). Quer se goste ou não de Nyusi, ou se confie nele ou se ache que é cedo, ou ainda que é “miúdo”, as seguintes gemas de liderança em Nyusi são dignas re realce e consideração.


1. O trabalho com Propósitos precisa coragem.

Vamos encarar a realidade. Para Nyusi conseguir-se eleger como candidato da FRELIMO, Presidente da República e Chefe de Estado, assim como a Presidente do Partido FRELIMO passou por um verdadeiro teste de liderança nesses corredores do poder e se sobreviveu a esse espremedor é porque tem qualidades inegáveis de liderança. Falou-se coisas horriveis sobre ele, especialmente que era um pau-mandado. Questionaram a sua integridade. Suas decisões. Mesmo sua inteligência. Já lhe chamaram de todos os nomes, e como a Presidência esta a começar e em política o jogo continua sem cessar, os seus inimigos não vao parar de falar mal dele, assim como já começou a corrida Presidencial para 2019 e o falar mal pode piorar. Ele sabe disso, e ele não se assuta com isso. Ou ele é imune, ou ele realmente acredita na sua capacidade de fazer a diferença. O que move a Nyusi, se ele não precisa de dinheiro, poder ou fama se não fosse o cuidado pelo próximo? Você acredita que ela iria sujeitar-se a si e a sua família na tarefa ou emprego mais difícil do país? Pense nisso: Ser Presidente e Chefe de Estado, é um trablaho a tempo inteiro se sem descanço, uma locura onde se trabalha 24 horas-dia durante 1825 dias que dura uma mandato Presidencial. Adicionado a isso esta a locura de lidar e defender o país das adversidades do mundo lá fora, como a subida/baixa de preços de petróleo, seca na Austrália que leva o preço do pão subir, mudanças climaticas e desastres naturais, conflictos e crises ecómicas que, mesmo se passando em terras distantes, podem contribuir para trazer ou tirar o pão na mesa ou esteira dos 24 milhoes de Moçambicanos. Todas estas coisas que um Presidente não controla, influenciam na Presidência de um país. Se você não sabia destas lucuras, então você tem uma ou duas coisas a aprender sobre liderança. Qualquer coisa verdadeiramente transformacional exige coragem revolucionária. E, neste caso, a revolução está sendo certamente televisionada.

2. Experiências de trabalho diversificada cria confiança.

Você já reparou como é difícil para intimidar Nyusi? Isso porque ele está bem preparado. Ele serviu como operário, enginheiro, Gestor, Professor, Ministro. E nesse percusros de vida, algumas vezes já ganhou e outras perdeu, e como ele não é Santo, já empurrou e já foi empurrado, já esteve no primeiro plano, mas também e em segundo ou lá nas origens mais humildes. Hoje, sinto-me duramente pressionado para dizer que Moçambique teve sorte, não poderia ter tido um Presidente melhor que não fosse Nyusi. Ele é alguém mais intimamente familiarizado com o cargo de Chefe de Estado, e dentre todos os que se candidataram, quer nas eleições internas na FRELIMO, quer os da oposição que concocorreram com ele, salvo aqueles que já foram realmente presidentes, Nyusi é o melhor que o país poderia ter. Experiências profissionais variadas deram-lhe uma visão mais abrangente. Um líder com uma visão forte, apoiado pela experiência, é um líder mais confiante.

3. Ser líder não é ser todo poderoso. Se no início você não conseguir, tente, tente novamente.

Não é invulgar aparecerem tarefas difíceis para um Presidentee não saber como resolver. As exigências da oposição em Autarquias Províncias é um sinonimo disso. Nyusi, não é dono país e já disse que vai consultar os donos do país: o povo. Se bem que na minha pobre opinião, não vejo incostucionalidade na proposta das autarquias províncias. O que é inconstitucional é a pretenção do líder da oposição nomear os governadores nas províncias onde elegadamente ganhou. A irmos para as autarquias provincias, a única via viável é a eleição dos Governadores Províncias, como acontece com as Assembleias Provínciais. O líder da Oposição, pode propor o que quizer ao Chefe de Estado, mas alterações constitucionais dessa natureza, o Presidente Nyusi fez bem em dizer, vamos consultar os donos do país: o POVO Moçambicano. E isso não deve ser olhado como falta de liderança, mas devolver o poder ao povo e inspirar-se nele para governar. Alguns têm dificuldade de, tendo “a faca e o queijo na mão” ir consultar aqueles que detêm o poder legitimo, o povo. Olham isso como uma fraquesa. Qualquer liderança têm delicados que não ecolhem o momento para aparecer. E todos nós experimentamos em algum momento decisões difíceis ou mesmo quedas, quanto mais cedo aprendemos a nos erguermos e sacudir a poira da nossa queda, melhor. Como líder, em vez de recuar, podemos aproveitar essa oportunidade para crescer as nossas lacunas - para aprender novas habilidades, ganhar novos conhecimentos, e criar novas conexões. Nyusi tem mais força agora que é também Presidente do Partido FRELIMO do que quando era somente Chefe de Estado. E, mesmo assim as suas qualidades de liderança lhe dizem que deve consultar e conviver com o Povo. Não é fácil ser-se humilde quando se esta no topo da colina,  somente um líder sabe fazer isso, porque sabe onde as pedras estão!

4. Os "haters" não faltam e vão continuar a odear.

Notícia de última hora: Nem todo mundo vai gostar do líder. Na verdade, a mais dramática das mudanças que o líder está defendendo, mais resistência dos inconformados receberá. Infelizmente em democracia com excessivo libertinismo, nem sempre essas resistências ou não concordância são exercidas com respeito. Diga-se de passagem, os pronunciamentos de um certo líder da oposição incluindo de um certo parlamentar, que lhe foi retirado imunidade e colocado numa camisa de forças (BO), deixam muito a desejar. Às vezes é francamente desagradável como certos sectores tratam o Simbolo de Chefe de Estado. Mas o Chefe de Estado, por ser líder testado em aguas turbulentas, não vai precisar dessas camisas de forças.   Mas o trabalho do líder é certificar-se o seu coração seja puro, suas motivações sejam correctas, e seu comportamento esteja em sincronia com os seus valores. Todavia, ao Presoidente Nyusi convém lembrar que ele também devem perceber que como um líder, é chamado a servir com distinção o cargo de Presidente e, sempre a pensar nos 24 milhões de moçambicanos (e serão 30 milhões em 2019) sem importar quem votou ou concorda consigo como líder. Se um líder se lembrar e respeitar essas regras, ele poderá apanhar todos os aralhões, vai manter o seu legado inclume.

5. O seu sucesso, muitas vezes não será sobre você. Ou, pelo menos, não só você.

A presidência de Filipe Jacinto Nyusi é simbólica. Sendo o Primeiro Presidente que não é vetereno da Luta Armada de Libertação Nacional, muitos vão avalia-la contra as questões que os preocupam individualmnte a que Nyusi deve responder na globalidade. Outros vão avaliar  por causa do que, ou quem, ele representa. Uma certeza, é que a presidência de Filipe Jacinto Nyusi dá mais confiança na unicidade do Estado e cimenta mais a Moçambicanidade. Ela vai dar ao Povo mais confiança que eles, também, pode atingir alturas mais elevada do que a história tem permitido, e maior do que as projecções actuais sugerem. Como nós aprendemos com o nosso actual estado de coisas, este tipo de avanços não está isento de problemas. Mas, com ou sem problemas/dificuldade, um sucesso da sua lideranção é o que se espera.

Os próximos 1825 dias vão ser, para dizer o mínimo, muito interessantes. O povo vai prestar muita atenção à forma como Filipe Jacinto Nyusi exerce a sua presidencia e atravessa o caminho à sua frente, e como a oposição reage a ele ao longo desse caminho. Pondo de lado a filiação política/partidária, as lições de liderança de Nyusi estarão maduras para nós colhermos. Ou seja, se você estiver prestando atenção

Monday, 16 February 2015

Porquê o Chefe de Estado Armando Emílio Guebuza deve continuar a liderar os destinos de Moçambique!

Um dos erros mais crassos que Moçambique cometeu foi de, por imposição externa (uma vez que quase na totalidade do orçamento do estado na altura da revisão constitucional que antecederam as eleições de 1994 dependia de doadores ocidentais) aceitar colocar o no. 4 & 5 do artigo 147 da Constituição da República de Moçambique que limita os mandatos presidenciais para dois, se bem que admite que passados 5 anos, o mesmo cidadão poderá voltar a se candidatar. 
Minha visão singela, e não precisa ser constitucionalista, o no. 4 & 5 do Artigo 147 da Constituição da República de Moçambique e' um golpe a democracia (por ser imposição de fora), atenta contra os valores da Moçambicanidade, pois representa interesses inconfessáveis e interferências externos. Hoje, a nossa dependência ao financiamento externo do orçamento do estado esta abaixo dos 40%, dai que é tempo de exercermos a nossa soberania, e implementarmos as decisões que não atentem contra nós mesmos. O trabalho árduo realizado pelo actual Chefe de Estado Armando Emílio Guebuza para redução dessa dependência externa é de louvar e essa dependência pode ainda ser reduzida se o Chefe de estado continuar a nos iluminar com a sua liderança. Somente os inimigos de Moçambique podem clamar pela saída do Presidente Armando Emílio Guebuza, porque o povo do Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Indico esse esta com filho querido deste país. 

No meu entender, não se cimenta a democracia forçando a limitação dos mandatos presidenciais. Neste momento Moçambique tem na liderança sabia do Presidente armando Emílio Guebuza, e pelos ganhos alcançados na última década, a maioria dos moçambicanos são de opinião de este deveria continuar a dirigir os destinos deste pais da forma sabia com até aqui tem o feito.
Dada a fase de desenvolvimento crucial que o país atravessa, Moçambique precisa da continuidade da governação sabia do Presidente Armando Armando Emílio Guebuza, sendo este, juntamente com o anterior presidente os únicos governantes sérios e com provas dadas e capazes de conduzir a unidade nacional e o desenvolvimento de Moçambique a bom porto.

Todos os moçambicanos deveriam combater o atentado e emboscada constitucional contida no. 4 & 5 do artigo 147 da Constituição da República de Moçambique e, lutar pela eliminação da limitação dos mandatos presidenciais em Moçambique. A renovação do Mandato presidencial deve ser entregue na mãos dos moçambicanos que, através das urnas (sufrágio universal directo, igual, secreto, pessoal e periódico) devendo o povo ser chamado a decidir sobre a continuidade do cidadão na presidência da República.
Mais especificadamente, gostaria de apelar os governantes deste país na casa do povo para aprovarem uma emenda constitucional pontual que elimina o no. 4 & 5 do artigo 147 da Constituição da República de Moçambique de forma imediata e permita a o Presidente Armando Emílio Guebuza continuar a sua governação, por ser esta visão de que o país precisa.
Moçambique não deve aceitar e se curvar contra este golpe do imperialismo contido no no. 4 & 5 do artigo 147 da Constituição da República de Moçambique. A democracia não se aprofunda reformando os que sabiamente dirigem este país. Uma equipa que ganha não se muda e os avanços conseguidos pela liderança do Presidente Armando Emílio Guebuza devem ser protegidos para que catapultem a todos os moçambicanos rumo ao desenvolvimento.

Se queremos aprofundar a democracia poderemos, por exemplo criar círculos eleitorais uninominais, o que ira permitir que deputado de Lichinga trabalhe para o círculo de Lichinga e o de Montepuez para o seu círculo de que são eleitos, e se não o fizerem terão de enfrentar o risco de não serem reeleitos, isto pela vontade popular. A criação de círculos eleitorais uninominais ira fazer com que os deputados, a exemplo das municipalidades, sejam eleitos pela competência e não durmam ou coloquem a sua incompetência por detrás das boleias das listas partidárias. As eleições municipais mostraram que não basta só ser deputado do partido no poder para ser eleito, mas é preciso também ser-se competente e granjear simpatias pelo eleitorado. Tenho máxima certeza de que, alguns deputados hoje na Assembleia da República, não conseguiriam se fazer eleger se tivessem de concorrer num distrito específico. E o aprofundamento da democracia que se pretende, não deve ser atentando contra a legitimidade do Chefe de Estado. Basta que se organizem círculos eleitorais onde os actuais 6 milhões de eleitores seriam divididos em espaços geográficos compostos por um grupo de 24000 cidadãos que seriam chamados círculos eleitorais uninominais. Assim sendo, se uma localidade tem 24 cidadãos poderá eleger um deputado, e só dessa forma se aprofunda a democracia. Doutro modo, como se pretende implementar agora na limitação dos mandatos presidências é um insulto a nossa inteligência. 

Nenhum cargo electivo através do sufrágio universal directo, igual, secreto, pessoal e periódico deve ser limitado a priori. O povo é que deve decidir nas urnas se quer ou não a continuidade da liderança do Presidente Armando Emílio Guebuza e o país não pode se por refém de um conceito colonialista, imperialista e não democrático como aquele articulado no no. 4 & 5 do artigo 147 da Constituição da República de Moçambique.

Eu sou a favor de um Moçambique onde o poder resida no POVO, e você?

Ilações da Eleição de Filipe Jacinto Nyusi e a Liderança de Armando Emílio Guebuza!


Há quem tenha ficado surpreendido e boquiaberto com a eleição de Filipe Jacinto Nyusi para o cargo de Candidato da FRELIMO para as eleições Presidenciais de 15 de Outubro de 2014. E, dado o potencial da FRELIMO, tudo indicava que Filipe Nyusi seria o próximo inquilino da Ponta Vermelha. Todavia, tudo isto é graças a liderança de um Homem: Armando Emílio Guebuza, que se lhe reconhece uma visão de não criar líderes, mas descobrir habilidades e capacidades de liderança nas pessoas e providenciar o caminho para eles brilharem ou para porem as suas capacidades e habilidades em prática. Senão vejamos:

A primeira ilação. Dos três prés candidatos, Filipe Nyusi, era o que menos experiência ministerial tinha. Os outros dois candidatos (Pacheco e Vaquina) já tinham tido pastas governamentais há mais tempo que Nyusi, incluindo aos outros candidatos (Luisa Diogo e Aires Aly). Mas, contrariamente ao que se pensava no início, a nova liderança de Filipe Nyusi não é uma nomeação de Armando Emílio Guebuza, ou da elite da FRELIMO, mas ela emergiu da capacidade que é intrínseca ao próprio Nyusi, que aproveitou a Liderança de AEG como Presidente, que teve uma liderança que não pressuponha ter todas as respostas, mas uma liderança que procurava empoderar outros.

FJ Nyusi, aproveitou a mudança de gerações na FRELIMO, por ser esta a primeira vez que o país irá ser governo por um não combatente ou fundador da FRELIMO. Ao Contrario de Samora Machel que tinha 31 anos em 1964 e 41 em 1975; Joaquim Chissano que tinha 25 anos em 1964 e 35 em 1975; e Armando Emílio Guebuza que tinha 21 anos em 1964 e 31 anos em 1975, quando iniciou a Luta Armada de Libertação Nacional em 1964, Nyusi tinha apenas 5 anos quando a Luta Armada de Libertação iniciou em 1964 e aquando da independência em 1975, o futuro Presidente de Moçambique, FJ NYUSI tinha 16 anos. Certo que ele é foi forjado nas escolas da FRELIMO, mas esta é a principal mudança radical, onde temos o primeiro Presidente que não foi Actor principal na Luta de libertação Nacional.

Nenhum dos cinco candidatos (Nyusi (55 anos), Alberto Vaquina (53 anos), Aires Aly (58 anos), Luisa Digo (56 anos) e José Pacheco) pode se queixar de falta de apoio do Presidente AE Guebuza. Todos tiveram o mesmo apoio e, mas do que tudo, tinham a certeza que AE Guebuza não mudaria a Constituição e não iria se recandidatar. Ainda assim, alguns destes e outros, queriam que AE Guebuza os carregasse no colo e lhes entregasse a cadeira da Ponta Vermelha de Mão-beijada. E a vitória de FJ NYUSI mostra que por detrás daquelas habilidades tecnocratas, ele é líder de verdade. Era o menos vaticinado nas análises políticas, por não ser membro da Comissão Politica, e nem ser membro do Comité Central mostra que ele não ficou a espera de instruções dos mais altos níveis (Comissão Politica ou Comité Central), mas tomou decisões que lhe permitiram fazer o que dele se esperava para servir ao povo.

E AE Guebuza não seria um grande líder a menos que se sentisse genuinamente feliz no sucesso daqueles que trabalham consigo. E a vitória de FJ NYUSI monstra que não se deve ter duvidas que um grupo de cidadãos pensadores e comprometidos com a causa do povo como são a Comissão Politica da FRELIMO podem mudar o mundo, e é única coisa que eles poderiam ter feito. E FJ NYUSI venceu não porque tinha um plano estratégico, ele convenceu os camaradas dizendo “Eu estou pronto para materializar o vosso sonho” para todos os Moçambicanos e criou essa cruzada da sua eleição de candidato da FRELIMO em 2014 onde todo o povo passou a confiar nesse mesmo ideal. FJ NYUSI foi as urnas e mostrou que tem confiança do povo. Senão vejamos: ganhou numa diferença de mais de 1 milhão de votos a Afonso Dlhakama (61 anos e cinco eleições presidenciais consecutivas perdidas) em que muitos analistas vaticinavam ter carisma, “animal político”, etc. mas que nas urnas, o povo decidiu na continuidade do mesmo ideal. A vitória de FJ Nyusi monstra que ele aceitou a vida como ela é – um desafio a nossa qualidade sem a qual nunca saberíamos de que material somos feitos, ou crescer e atingir a nossa máxima estatura.

A diferença entre FJ Nyusi e Luisa Diogo, reside no facto que esta (Diogo) é uma boa gestora que faz as coisas e segue um plano estratégico, mas em termos de liderança é fraca, não move multidões a sua volta. Mesmo entre as mulheres, são poucas que seguem Luisa Diogo, mas admiram o seu trabalho como administradora. E neste processo de sucessão que dura há mais de 9 anos (desde que AEG foi eleito no seu primeiro mandato em 2005), o Presidente AEG não fez mais do que criar oportunidades, libertar o espirito criador e potencial, remover obstáculos, encorajar o crescimento, e providenciar uma orientação daqueles que mostravam qualidades presidenciáveis, e quem percebeu estes ensinamentos do líder conseguiu a indicação da sucessão.

FJ Nyusi acreditou primeiro em si próprio, tinha a maior autoestima e sendo invisível (como muitos cegos o apelidam), conseguir ser indicado como sucessor de AE Guebuza, monstra mesmo que ele é líder e venceu as eleições Gerais de 2014 com 57% e não precisou de uma segunda volta para derrotar copiosamente Afonso Dlhakama que só teve 36% dos votos. AE Guebuza é um verdadeiro líder porque é um mercador da esperança, fala da imaginação colectiva de todos os 24 milhões dos moçambicanos, e nos galvaniza a embarcarmos nesta gigantesca aventura da luta contra a pobreza e havemos de vencer. AE Guebuza como líder inspirou pessoas e motivou o povo a não só sonhar, mas a fazer algo para além dos motivos pessoais e egoísticos, para nos transcendermos a nos próprios, e os resultados que AE Guebuza teve é que conseguiu que o povo investisse em si mesmo e cada um lutasse para melhorar a sua própria vida, deixasse de estender a mão e fosse a luta.

Uma coisa boa nesta sucessão é que FJ Nyusi é um gestor da primeira linha. Todo o criticismo que foi feito a AE Guebuza sobre a sucessão, foi feito injustamente, porque desenvolver a capacidade das pessoas para posições importantes de liderança como as Chefe de Estado, requer um trabalho de equipe por um período de tempo muito longo, e alguns não conseguem passar o teste, e José Pacheco e Aires Aly são sinónimos disso, onde o primeiro até foi apontado como sucessor de Presidente Joaquim Chissano. Ele foi um dos primeiros que AE Guebuza identificou na sua sucessão e não passou o teste, porquê é um bom gestor e não líder. O trabalho para identificar o sucessor de um Chefe de Estado começa com esforços para identificar pessoas que sendo invisíveis para a maioria, são diamantes que podem ser lapidados e preparados para a função de Chefe de Estado que requer que tenham um grande Potencial de Liderança. Quando se tirou FJ Nyusi dos quadros seniores dos CFM para Ministro da Defesa (como civil), poucos perceberam que AEG já tinha visto o potencial de liderança deste e que nestes 4 anos estava a fazer o que era necessário para ajuda-lo a crescer e desenvolve-lo. O que povo pediu NYUSI & FRELIMO nestas eleições de 2014, é que consolidem as mudanças, criem mais confianças nas suas acções governativas e promovam o desenvolvimento mais inclusivos… para que a liderança de NYUSI & FRELIMO seja legitimada no dia-a-dia da construção deste país.

No meio da minha pequenez, as vezes esqueço quão grande é o poder Deus! Para o meu DEUS nada é impossível!